Rapaz estudioso tem reunião às 10h
Acorda às 6h45. Muito sono
Toma café às 6h55. Muito frio
Banho de 10min. Troca de roupa
Sai de casa às 7h30
Chega ao ponto às 7h45
O ônibus passa ás 8h
Lê durante o percurso
De pé
Leitura chata, por sinal
Chega no metrô às 8h30
Entra no trem às 8h35
Chega na “Paraíso” às 9h05
Faz baldeação às 9h07
Chega na Clínicas às 9h15
Alcança o ponto às 9h17
O ônibus passa às 9h25
Chega no ponto destino às 9h50
Anda sossegadamente
Chega à reunião às 9h57
A reunião começa às 10h30
Termina às 12h
Almoça em 30min
Chega em casa às 15h
Acordou às 6h45
Chegou às 15h
Por 1h30 de reunião
Ele é feliz?
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9 Responses to “crônica rápida de um dia no transporte”
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August 14th, 2007 at 4:44 pm
Rapaz, São Paulo é fogo mesmo… Se o texto ainda fosse melhorzinho.
Abraço!
August 14th, 2007 at 5:34 pm
É mais ou menos por isso que quero ir pra Curitiba…
Porque o texto é ruim…
Abraço.
August 15th, 2007 at 6:58 pm
Quando tenho que chegar 10 horas, acordo 9:30, enrolo um pouco na cama, me visto rapidim, engulo um leite com toddy, pego a motinha e ainda chego antes que todo mundo. Ah, e umas 11 e pouco estou de volta na cama, lendo. Mas só por 1 horinha, porque aí levanto pra fazer almoço pro meu amorzinho que chega faminto!
Um beijo!
(obs: já tentou chegar às 7:30 de carro em Pinheiros? Eu já. :D)
August 15th, 2007 at 11:39 pm
hahaahahahhahahahahahahahahahaahahhaah
o texto é ruim hehehhehe hahahaha
Que cousa. Andei de metrô pela primeira vez esse final de semana!
E como você sabe… em geral vou à pé… rs
Não, não dá para ser feliz, Robson.
Vou citar Douglas Adams:
“O problema com a maioria das formas de transporte, pensou, é que basicamente não valem a pena. Na Terra — quando havia a Terra, antes de ser demolida para dar lugar a uma via expressa hiperespacial — o problema tinha sido com os carros. As desvantagens envolvidas em arrancar montes de lodo preto viscoso do subsolo onde tinha estado escondido em segurança longe de todo mal, transformá-lo em piche para cobrir o chão, fumaça para infestar o ar e espalhar o resto pelo mar, tudo isso parecia descompensar as vantangens aparentes de se poder chegar mais rápido a um outro lugar — especialmente quando o lugar a que se chegava tinha ficado, como resultado, muito parecido com o lugar de que se tinha saído, ou seja, coberto de piche, cheio de fumaça e sem peixe.” Douglas Adams - O Restaurante do Fim do Universo
E viva o Paraná rs
beijos
August 16th, 2007 at 1:28 pm
Bem, se ele é feliz eu não sei, mas pelo menos tem tempo de escrever um poemeto e postar no blog.

August 16th, 2007 at 5:29 pm
hehehe
Fica jogando na cara, fica!
Feliz é tu!
Mas eu estou feliz, na real. A pergunta foi apenas para criar um clima, manja?
Tem blog agora, hein? Vou ver.
Beijos.
August 16th, 2007 at 5:30 pm
Maga, imagine tomar um café com o Douglas Adams? Dar umas idéias, ouvir outras, e tal. Eu gostaria. E você?
Beijos.
August 16th, 2007 at 5:31 pm
hehehe
Ele é feliz, sim. Como eu disse, o final foi só pra criar um clima.
Toda vez que escrevo textos como esses fico com uma saudade imensa de Floripa!
Abração, Luchésio.
August 16th, 2007 at 10:19 pm
Adoraria… em especial a parte de ouvir algo… tenho a impressão de que ele ainda tem muito o que dizer (é o que fica nas entrelinhas dos seus livros…)
beijos