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Uma das características da cidade de Quatro Marcos é a alta temperatura. O tempo todo está quente. No meio do inverno está quente.

O calor tem aquelas conseqüências todas: produz preguiça, canseira, nenhuma vontade de estudar.

Falta uma piscina.

Blog recomeçando de forma boba, mas recomeçando.

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Olá, possíveis leitores.

Esse blog está tão às traças, que imagino que apenas um outro assinante de feed verá esse post.

Estou morando no Mato Grosso desde o dia 19/07, com minha noiva (que agora chamo de esposa). Vim para lecionar na Faculdade de Quatro Marcos. A cidade se chama São José dos Quatro Marcos.

Está ótimo. Começar a lecionar, e vir para uma cidade imensamente diferente de sampa, está me fazendo pensar sobre a Psicologia, e sobre as relações humanas, de modo diferente.

Pretendo escrever sobre isso.

Veremos.

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Eia, que semana que vem a luta vai ser brava, e a recompensa pode ser enorme.

Torçam muito por mim.

Se tudo der certo, mudanças gigantescas ocorrerão.

Para melhor.

GIGANTESCAS!

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Passei dois meses sem vontade de escrever no blog. Acredito que parei por conta do que andei observando por aí…

Os blogs perderam suas características. Tornaram-se negócios. Não sou contra, eu mesmo faço um pouco disso. Acontece que em alguns blogs não é mais possível identificar quando se está dividindo opiniões e quando se está escrevendo posts patrocinados.

Muitos blogueiros venderam suas idéias.

Meu conflito, e minha parada, foi uma auto-análise: estaria eu fazendo o mesmo? Descobri que sim, em certo grau. Mas não vendi minhas idéias por dinheiro vivo. Vendi por público. Os textos deixaram de ser naturais e tornaram-se preocupados demais em atrair o público. Preocupados ao ponto de se tornarem um tanto distorcidos.

E veio o aparente paradoxo: Escreve-se para o público, por que não agradá-lo?

A resposta é impressionantemente simples: não se pode querer todos os públicos.

Espero estar voltando de verdade. Livre.

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Assistir a Cloverfield foi espantoso!

Para mim, o filme é perfeito, nada a mudar.

Eu gosto de filmes que mostram as personagens principais como aquilo que as pessoas realmente são: pessoas. É claro que vez por outra eu curto um filme mais estilo Rambo, etc. A minha preferência, porém, é quando as pessoas são pessoas. O bacana de Cloverfield é que ele consegue ser um filme de eventos inimaginavelmente incomuns que ocorrem com gente comum. Não pode haver melhor.

Outros filmes nesse estilo é, claro, “Bruxa de Blair”, “Guerra dos Mundos” e “Filhos da Esperança”. Todos esses são do estilo eventos incríveis / pessoas comuns. Deles, o meu preferido é “Filhos da Esperança”: aquelas cenas sem corte são geniais e me impressionaram pela beleza e pela destreza com que foram realizadas.

A história de Cloverfield vocês já conhecem. Um grupo de jovens está em uma festa quando explosões começam a acontecer, prédios começam a cair e o desespero toma conta dos moradores da cidade Manhatam. Todos esses acontecimentos chegam até nós por meio de uma câmera amadora, pilotada por um dos personagens do filme.

A partir da primeira explosão, começa a jornada dos protagonistas para resgatarem uma amiga e tentarem se manter vivos. Enquanto caminham por Manhatam, encontram-se algumas vezes com o responsável por todo aquele terror, um monstro gigantesco. Ao mesmo tempo, têm que conviver com o exército, que incansavelmente ataca o monstro.

O filme é lindo, o modo como as coisas vão ocorrendo… O tamanho do homem diante do terror do desconhecido.

No more. Vão ver!

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